terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Prevenção a incêndios em prédios residenciais

Durante os últimos meses, os incêndios industriais têm se tornado assunto constante no noticiário brasileiro. Mas, engana-se quem pensa que a prevenção tem de ocorrer apenas em indústrias, galpões e estabelecimentos comerciais. As residências e prédios residenciais também devem receber atenção de moradores e administradores, fato que é previsto, inclusive, nos decretos estaduais do Corpo de Bombeiros.

Essas precauções têm de ser pensadas, antes mesmo do início da construção da edificação. Ainda na planta, é obrigatório que o local tenha a aprovação dos bombeiros para que, assim, possa ser dado início às obras, pois seu protocolo é parte indispensável da documentação, para liberação na prefeitura municipal.
Embora a realidade da grande maioria dos brasileiros, ainda seja bem distante disso, as normas do Estado de São Paulo, por exemplo, têm como exigências mínimas para a construção de edifícios e condomínios residenciais: saídas de emergência, brigada de incêndio treinada, iluminação de emergência, alarme de incêndio (pode ser substituído por interfone ligado a uma central de vigilância 24h), sinalização de emergência, extintores, e hidrantes. Fatores como acesso para viaturas e estruturas resistentes ao fogo, além de materiais de acabamento e compartimentação vertical, no caso de edificações com altura maior de 12m (medidos do piso de descarga ao piso do último pavimento), também são indicados.

Claro que, além das ações preventivas, é preciso uma conscientização dos moradores. É imprescindível ter cuidados com o manuseio do gás, do fogão e de fritadeiras com óleo, fazer manutenção das instalações elétricas - que, previamente, devem ser realizadas de forma correta -, não utilizar benjamins, ou muitos equipamentos na mesma tomada, e não fumar em locais fechados e próximos a fontes combustíveis.
Mesmo com o Brasil não tendo a prevenção a incêndios em sua cultura, devemos saber que apenas com algumas atitudes simples podemos evitar grandes perdas materiais e, principalmente, deixar de colocar vidas em risco. *Felipe Melo é engenheiro eletricista com MBA em Gestão de Projetos e Diretor de Projetos da ICS Engenharia, empresa especializada em proteção contra Incêndio.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Truques para lidar com o cabelo

Você tinha cabelos longos, mas optou por cortes mais curtos e radicais? Em muitos casos dá certo, mas se você não gostou do resultado, alguns truques podem ajudar no dia a dia, até que as madeixas cresçam novamente.
Se você optou por um corte que desfiou além da medida, isso pode acabar com o volume. Se não gostou do resultado, uma opção é fazer uma boa escova e em seguida, enrole os fios das pontas até a raiz com os dedos, separando-o em mechas. Depois prenda com grampos e borrife um pouco de spray seco. Deixe agir por alguns minutos e solte. Por último finalize com um reparador de pontas.

O seu novo look é uma franja, mas que ficou curta demais? Não fique triste, pois, alguns acessórios podem ajudar em penteados fáceis para disfarçar a franja que ficou muito curta. Tente prendê-la para trás com faixas, tiaras e presilhas, procurando acessórios que combinem com o seu estilo de se vestir.
O novo corte exagerou ao destacar os fios em camadas? Neste caso, o ideal é alisar com escova e depois aplicar a chapinha, mas não se esqueça de aplicar protetor térmico, antes de começar, para evitar que os fios sejam danificados pelo calor do aparelho. Por último, aplique um pouco de óleo vegetal, como o de argan, do comprimento às pontas. Para cortes curtos, se você não gostou, a solução rápida é colocar um alongamento, assim como os apliques de tela com presilhas, que não são permanentes e podem ser colocados e retirados, facilmente.

Para todos os casos, o melhor caminho é reforçar a rotina de cuidados com os fios, para que eles cresçam fortes e de forma rápida, assim como lavagem com produtos adequados para cada tipo de cabelo e hidratação semanal. Massagens capilares e fórmulas específicas, receitadas por dermatologistas, também favorecem o crescimento.


sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Otimize processos produtivos

Você que tem o negócio próprio, sabe que melhorar a produtividade, adquirir novos clientes, reduzir despesas e aumentar o lucro são apenas algumas das responsabilidades. Mas, é preciso levar em conta que cada empresa tem suas particularidades e a cada ano novas exigências surgem no mercado. Para isso, existem alguns processos e ações que podem potencializar esses objetivos.

Informatizar é preciso, pois, isso facilita os processos, aumenta a produtividade e dá mais tempo para que os colaboradores invistam sua energia em resultados.  Ferramentas de gestão, por exemplo, ajudam no armazenamento de documentos, informações e deixam a empresa e as equipes mais organizadas. Além disso, sistemas de comunicação eficazes mantém a tríade: funcionário-empresa-mercado, sempre alinhados.

Procure desenvolver uma metodologia de trabalho que atenda às exigências do mercado e que se encaixe em contextos atuais, facilita o cotidiano do funcionamento da empresa, pois é através dela que funcionários serão norteados em buscas dos melhores resultados. Lembre-se de que o universo não gira em torno de uma única empresa e dos métodos que ela adotou. Mantenha-se sempre atualizado das novidades, faça cursos, participe de palestras, estude, converse, pesquise. O conhecimento é o grande trunfo da humanidade, use-o com sabedoria e, certamente, encontrará soluções inteligentes.Com informações de Fabio Rizzo, CEO da Vindula, empresa especializada em soluções na internet e softwares.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Cirurgia plástica para corrigir "Orelhas de abano"

As "orelhas de abano" não costumam ser grandes, mas possuem um ângulo aumentado em relação à cabeça e são mais planas pela ausência de uma dobra natural na cartilagem, o que as projeta para além da harmonia facial. Jovem que tem orelhas desse tipo, geralmente, é alvo de piadas - que começam na infância - porque esta má formação ocorre durante a gestação, mas não coloca a audição em risco.
As "orelhas de abano" são um problema, principalmente estético, mas podem gerar alterações psicológicas, tendo em vista as brincadeiras de mau gosto que as pessoas enfrentam no dia-a-dia. Essa alteração congênita pode ser corrigida por meio de uma cirurgia plástica, denominada Otoplastia, que corrige não só anomalia do crescimento da orelha, mas também pode corrigir deformidades, adquiridas por trauma, ou doença.

 Como as orelhas atingem seu tamanho quase pleno, dos cinco aos sete anos de idade, é nesta fase  que a Otoplastia pode ser realizada. As pessoas que estão na fase adulta e sofrem com esta proeminência nas orelhas também podem passar pela cirurgia plástica para correção. Mas também há casos de reconstrução total, ou parcial das orelhas, por conta de algum trauma, ou doença, onde é necessária a colocação de enxertos de cartilagem.Os resultados são bastante satisfatórios e podem ser notados, a partir do terceiro dia, após a retirada dos curativos, apesar do inchaço e muitas vezes equimoses (roxos). 


Os brincos, alargadores, ou percings são acessórios que adornam as orelhas e completam o visual de qualquer estilo. Porém, algumas pessoas pagam o preço pelo uso prolongado e inadequado destes itens, que são capazes não apenas de rasgar a orelha.  Nestes casos, é necessária a reconstrução da área afetada e a técnica utilizada na reconstrução do lóbulo da orelha é bastante simples e consiste em realizar nova incisão nas bordas da cicatriz e ligá-las novamente, com alguns refinamentos para a marca, resultante do procedimento não ficar com retração - que é a redução no tamanho do corte que, neste caso, pode deixar o lóbulo menos arredondado, prejudicando o resultado final. O novo furo não deve ser feito sobre a nova cicatriz, pois ela é mais frágil que a pele íntegra e pode rasgar novamente com o uso de um brinco pesado. Com informações da cirurgiã plástica Dra. Maria Carolina Coutinho (CRM-SP 113491), Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. .www.mariacarolinacoutinho.com.br.   

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Saúde do homem

Câncer de próstata

Segundo pesquisa da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), que entrevistou cinco mil homens, revelou que 47% dos entrevistados nunca realizaram exames para detectar o câncer de próstata, 44% jamais se consultaram com o urologista e 51% nunca fizeram exames para aferir os níveis de testosterona (hormônio masculino) no sangue.

Ligada ao sistema reprodutor masculino, a próstata é uma glândula localizada na base da bexiga, onde é constituída uma parte do líquido seminal. Os tumores na próstata podem se desenvolver de duas formas. Alguns crescem rapidamente e se espalham pelo corpo, podendo levar à morte. A maioria deles, porém, demora aproximadamente 15 anos, para atingir um centímetro. Por isso, é recomendável que todos os homens a partir dos 40 anos de idade se submetam ao exame de toque retal e ao PSA (antígeno específico da próstata). Na primeira alternativa, o exame é feito por meio da análise do formato e consistência da próstata a partir do tato do especialista.


Já o exame de antígeno, específico da próstata, determina o nível de PSA no sangue, uma proteína produzida, exclusivamente, pela próstata que tem sua quantidade aumentada, significativamente, em casos de câncer.  O tratamento do câncer da próstata é multidisciplinar, podendo envolver cirurgia, radioterapia, uso de hormônios, ou quimioterapia. A escolha do tratamento ideal é feita dependendo do estágio da doença e das características de cada paciente. Se a neoplasia de próstata é diagnosticada em estágios iniciais, a cirurgia é uma das opções terapêuticas, assim como a radioterapia e a braquiterapia. Matéria desenvolvida com base nas informações do Dr. Amândio Soares, diretor da Oncomed BH. www.oncomedbh.com.br

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Prevenção para o câncer de mama

Segundo tipo mais frequente no mundo, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano. No Brasil, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados.

Quando descoberto nos estágios iniciais, as chances de cura chegam a 95%. O exame de mamografia e o exame clínico das mamas são os métodos indicados para o rastreamento, na rotina da atenção integral à saúde da mulher. De acordo com o Ministério da Saúde, o exame clínico das mamas deve ser feito em todas as mulheres a partir de 40 anos de idade, anualmente. 

A mamografia deve ser realizada por mulheres com idade entre 50 e 69 anos, com intervalos máximos de dois anos entre os exames, ou a partir dos 35 anos, para as mulheres que pertencem a grupos de risco.  É importante destacar que até 80% dos tumores palpáveis da mama são devido a alterações benignas do tecido mamário, especialmente, em mulheres jovens.

Mas atenção: alguns nódulos e também alguns tipos de calcificações, porém, podem corresponder a processos malignos.

 Por isso, é importante que sejam feitos os exames preventivos. Além disso, apenas 5 a 10% de todos os casos de câncer de mama estão relacionados à herança de mutações genéticas; portanto, ainda que não existam casos de câncer de mama na sua família, é essencial que se faça o rastreamento. Matéria desenvolvida com base nas informações do Dr. Auro Del Giglio é membro do corpo clínico do Hospital Samaritano de São Paulo. 

domingo, 5 de janeiro de 2014

Espiritualidade nas Empresas

A espiritualidade que sempre esteve associada a religiões tem ganhado amplo espaço, dentro do mundo corporativo, já que o tema tem muito mais a ver com a missão de vida de cada um, dentro do contexto pessoal, como profissional e na sociedade.

Para Dalai-Lama, citado por Boff (2001), "a espiritualidade é aquilo que produz no ser humano mudanças interiores". Essas mudanças se refletem para fora ampliando a forma de ser de cada um, proporcionando também um autoconhecimento, podendo desmontar um perfil mais materialista e egoísta em espiritualista e altruísta.

Espiritualidade e religião são coisas distintas, religião tem a missão de apresentar um sistema de crenças para dirigir o caminho a uma pessoa ou a um grupo, já a espiritualidade é o caminho, uma jornada pessoal de transformação.

Quando implementado dentro das empresas, tem a missão de promover uma sinergia em que as pessoas se sintam integradas pelos mesmos ideais, crenças, motivações desenvolvendo, empresários, líderes, funcionários e clientes, dentro de uma atmosfera harmônica e paradisíaca.

O processo se inicia com um diagnóstico do clima organizacional, em seguida são levantadas as metas a serem atingidas, visando sempre construir um ambiente de bem estar e felicidade, virtudes essas que, comprovadamente, ampliam a satisfação de todos. E o melhor de tudo, sem ter grandes investimentos em termos de ambientação física, benefícios, ou outros recursos materiais, já que a mudança propõe transformação numa esfera invisível, mas mensurável.

Em mais de 20 anos de experiência em desenvolvimento de pessoas e empresas, posso afirmar que as empresas que vem abrindo espaço para essa nova e revolucionária era do bem estar, que investem na espiritualidade dentro da empresa, tem tido como resultados, colaboradores muito satisfeitos, turn over em níveis aceitáveis, alto engajamento, pessoas apaixonadas por seu trabalho e pela empresa, alegria, relações interpessoais recheadas de colaboração, cortesia, gentileza e pessoas talentosas que jamais pensam em deixar suas funções. Rosângela Casseano é Psicóloga, Hipnoterapeura, Master em PNL e PersonalCoach

www.sucessoecarreira.com.br